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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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OS ENIGMÁTICOS PILARES DE PEDRA DO SUL DA CHINA

Mäyjo, 30.06.15

No Sul da China, várias formações de pedra cresceram há 270 milhões de anos, dando origem a um dos mais incríveis monumentos naturais do Planeta Terra. Estas pedras – na verdade, pilares, arcos e colunas – foram criados quando a água originou fissuras na rocha, deixando vários monolitos acima da terra.

Esta floresta de pedra chinesa, em tempos, pertenceu aos sistemas de cavernas do local. Hoje, esta é uma das maravilhas mais impressionantes da natureza – estranha, deslocada, mas não deixa de ser bela.

A estrutura, conhecida como karst ou carste, ocupa cerca de 500 mil quilómetros quadrados e foi reconhecida pela UNESCO pelo sua beleza – a organização das Nações Unidas diz também que o local “não tem rival em termos de biodiversidade”.

A revista National Geographic passou por lá, recolheu imagens bastante interessantes do local e escreveu, provavelmente, o melhor texto de sempre sobre o carste chinês.

COMO OS PARQUES EÓLICOS ESTÃO A MUDAR PORTUGAL

Mäyjo, 30.06.15

Como os parques eólicos estão a mudar Portugal (com VÍDEO)

O primeiro parque eólico de Portugal foi instalado em 1991, na ilha da Madeira, mas a aposta apenas se intensificou a partir de 2005, à medida que centenas de aerogeradores começaram a povoar a paisagem portuguesa.

Hoje, Portugal tem 313 parques eólicos, que transformaram o vento em 23% da electricidade consumida em Portugal no último ano. A nível mundial, este valor só é ultrapassado pela Dinamarca.

“A nossa percentagem está muito perto da dinamarquesa, mas é mais difícil de chegar lá, porque a Dinamarca está no centro da Europa, e quando há excesso de vento, eles podem exportar facilmente para a Escandinávia, Alemanha ou Holanda”, explicou o professor António Sá da Costa ao Economia Verde.

“Portugal, como está num extremo da Europa, apenas tem interligações dignas desse nome com a Espanha. E quando há muito vento em Portugal, também o há em Espanha”, explicou o professor.

As eólicas ajudam a diminuir a utilização de fontes fósseis, como o carvão ou o gás natural. Segundo Sá da Costa, a energia eólica tem três grandes vantagens: permite a Portugal não importar combustíveis fósseis; não fazer emissão de gases com efeito de estufa; e gera emprego e riqueza para as economias locais.

Tudo depende dos aerogeradores, que têm um funcionamento muito simples: “As pás a rodar estão ligados por um eixo a um gerador, uma máquina eléctrica que, quando roda, gera uma electricidade que é depois conduzida para um transformador e é injectada na rede pública”, conclui Sá da Costa.

No primeiro trimestre do ano, a energia eólica conseguiu um recorde, ao gerar 33% da electricidade consumida no País. Mas à medida que novas ligações levam a energia portuguesa até ao centro da Europa, novos parques eólicos poderão ser instalados.

Veja o episódio 252 do Economia Verde, dedicado às eólicas.

Foto: AiresAlmeida / Creative Commons

 

Visto de cima

Mäyjo, 30.06.15

Kaaba / Al-Masjid al-Haram

Mecca, Saudi Arabia.jpg

Meca, Arábia Saudita

21.4225°N 39.826181°E

 

A Caaba é uma estrutura de granito em forma de cubo com 43 pés de altura.

O Cubo está localizado no centro da Masjid al-Haram, a maior mesquita do mundo em Meca, na Arábia Saudita. Durante o hajj, os peregrinos reúnem-se e círculam em torno do edifício para orar - mais de 1,4 milhões pediram autorizações para hajj em 2014. 

LEVAR SACO PRÓPRIO QUANDO VAI ÀS COMPRAS PODE ALTERAR HÁBITOS DE CONSUMO

Mäyjo, 30.06.15

saco_SAPO

Levar o seu próprio saco quando vai às compras pode ter uma grande influência naquilo que compra. A conclusão é de um estudo da Universidade de Harvard que analisou os talões de compra de vários consumidores da Califórnia, Estados Unidos.

Uma Karmarkar e Bryan Bollinger, autores do estudo, concluíram – através da análise dos recibos de compra – que os consumidores que levavam o seu próprio saco reutilizável tinham uma maior tendência para comprar produtos orgânicos. Mas também tinham uma maior probabilidade de comprar pequenas gulodices, como bolachas ou gelado.

Os resultados do estudo ainda não foram oficialmente publicados, mas numa entrevista recente à Harvard Business Review, Uma Karmarkar desvendou algumas das conclusões da investigação. Embora não seja muito surpreendente que o uso de sacos reutilizáveis se correlacione com uma maior preferência por produtos biológicos, é curioso ver que esta acção está também associada a uma indulgência.

“Os consumidores dão a si próprios uma recompensa. Na psicologia do consumidor, a palavra ‘licenciamento’ é a chave. Se eu me portar bem numa situação, tenho licença para me portar mal noutra não relacionada. Investigações semelhantes foram já feitas com os hábitos alimentares saudáveis. Se compro um refrigerante light recompenso-me com um hambúrguer”, explica a investigadora, cita o TreeHugger.

Os dados da investigação revelam que em alguns casos o mesmo consumidor fez escolhas de compra diferentes dependendo ou não se levou saco reutilizável. Ao que os dados indicam, levar um saco reutilizável pode ser um lembrete para os consumidores comprarem produtos mais sustentáveis. “Uma acção verde conduz a uma outra acção mais amiga do ambiente”, sublinha a investigadora.

Karmarkar acredita ainda que à medida que o uso de sacos reutilizáveis se tornar mais comum, quer seja através da própria cultura ou de proibições, a sua associação com a compra de recompensas alimentares desaparecerá.

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